sábado, 26 de setembro de 2015

Educação e Inclusão Social - 5ª Semana



17. Atendimento educacional especializado em Deficiência Visual

Professor aborda a questão da deficiência visual nas escolas e principalmente como parte de um processo de aprendizagem diferenciado e inclusivo.
Profº. Drº. Eder Pires de Camargo


Segundo o decreto No 5.296 de 2 de dezembro de 2004 a deficiência visual se divide em:
  • Cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a
melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no
melhor olho,com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º; ou a ocorrência simultânea de
quaisquer das condições anteriores;

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004­2006/2004/decreto/d5296.htm


Decreto No 5.296 de 2 de Dezembro de 2004.

Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que
estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004­2006/2004/decreto/d5296.htm



A Constituição Federal de 1988 Artigo 208, III, “atendimento educacional especializado aos
portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”.

O atendimento educacional especializado não substitui o ensino regular.


O professor ensinou um pouco sobre o alfabeto Braille, como ler e escrever. Usando o reglete e o punção, a máquina Braille ou Perkins, um equipamento para fazer calculo
chamado soroban (lembra muito o abaco)
Em aplicação de avaliação as letras tem que ser ampliadas para que os alunos de baixa
visão possa fazer a avaliação e o mais indicado é a letra Vendana 18 ou o video ampliador.
Ou em Braille.


18. Atendimento educacional especializado em Altas Habilidades ou Superdotação

Professora apresenta a diferenciação entre altas habilidades e superdotação, discutindo as possibilidades do atendimento educacional que promova a integração e inclusão, bem como um processo de aprendizagem com qualidade.
Profª. Drª. Veronica Lima dos Reis-Yamauti




Altas Habilidades ou Superdotação?
Altas Habilidades/Superdotação?

Título III do direito à educação e do dever de educar


III – atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência,transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino;
Pense em alguém que você considera como tendo AH/SD...
Provavelmente você pensou em gênios...
  • Leonardo Da Vinci;
  • Gandhi;
  • Darwin;
  • Mozart;
  • Pelé


Agora pense em alguém com AH/SD no seu dia a dia...


No video mostrado mostra que existem muitas crianças superdotadas nas escolas no Brasil e no mundo, uma totalidade de 1 a 3% do total dos alunos..


Mitos


Matemática? Achamos que são sempre aqueles que se dão bem em matemática, usam óculos fundo de garrafas ou os “Nerds”.


QI elevado?São ricos, são pessoas de sucesso, etc


Conceito


Estudantes com AH/SD demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse. ( BRASIL, 2009 )


Os três aneis de Renzulli




Para Renzulli as AH/SD é o conjunto que compõe: Habilidade acima da média, Criatividade


e o Comprometimento com a tarefa. E são dois tipos:


  • ­ Tipo Acadêmico: • Relação maior com o anel capacidade acima da média;


  • ­ Produtivo ­ Criativo: • Interação entre os três grupamentos.


Por que o aluno com AH/SD faz parte da Educação Especial?
Potencial de desenvolvimento do aluno com AH/SD.
  • ­ Ele tem um conjunto de competências maior que a média da população;
  • ­ Em muitos casos, os conteúdos abordados na série compatível com a sua idade podem estar aquém de seu cronológica potencial;
  • ­ Podem se desinteressar das aulas e apresentar baixo rendimento escolar e, até mesmo comportamentos inadequados o que pode ser confundido com hiperatividade e/ou déficit de atenção;
  • ­ Classes comuns do ensino regular e no AEE, ofertado em salas de recursosmultifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado

Decreto No 7.611, de 17 de Novembro de 2011


  • Dispõe sobre a educação especial e sobre o atendimento educacional especializado.


  • Público ­alvo da educação especial: pessoas com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades ou superdotação.
  • Suplementar à formação de estudantes com altas habilidades ou superdotação.


Como é o atendimento ao aluno com AH/SD?


  • ­ Aceleração de série: Permite que o aluno pule etapas da formação regulamentar.
  • ­ Aprofundamento enriquecimento e curricular: Desenvolvimento de atividadesvoltadas às potencialidades e interesses.


O que é necessário para o enriquecimento e aprofundamento curricular?


  • ­ Avaliação Pedagógica, feito pelo professor.


Quem desenvolve o enriquecimento?


  • MAEE: Um modelo de Atendimento Educacional Especializado para os estudantes com


AH/SD de Perez e Freitas (2012) com base em Renzulli (SEM)


Trabalhos feitos juntamente com os professores, pais e alunos, existem dois tipos:


  • ­ Enriquecimento Intracurricular;
  • ­ Enriquecimento Extracurricular;


Métodos e trabalhos que os professores podem utilizar:


  • ­ Tutorias: Professor da própria escola ou um voluntário que domina determinado tema e se dispõe a trabalhar com o aluno com AH/SD.
  • ­ Mentorias: Semelhantes às tutorias especialistas de uma determinada área externos à escola que trabalham com o aluno em pesquisas ou projetos específicos.
  • ­ Monitorias: Quando um aluno já domina o conteúdo programático que o professorestá desenvolvendo e é convidado a auxiliar seus colegas. (Freitas e Perez (2012))


Técnicas de modificação do currículo:


  • ­ Análise de livros didáticos e eliminação de conteúdos repetitivos;
  • Introdução de conteúdos mais aprofundados;
  • ­ Compactação curricular.


Dentro do enriquecimento intracurricular:


  • Pesquisa em grupo;
  • Projetos individuais;
  • Tarefas diferenciadas;
  • Pesquisas individuais.


Todos girando num ciclo.


Enriquecimento Extracurricular trabalhando com os professores especializados:


  • Tipo I -  ­ exploratórias gerais (o quê) expor os alunos A uma ampla variedade de disciplinas, tópicos, assuntos,profissões, etc.­ São oferecidas a todos os alunos da escola.­ Descobrir os interesses dos alunos.
  • Tipo II -  ­ de treinamento em grupo (o como)­ Métodos e materiais instrucionais para promover processos de pensamento e sentimento.­ São oferecidas a todos os alunos da escola.


  • Tipo III ­-  investigações de problemas reais (o fazer) ­ Atividades investigativas e produções artísticas, nas quais o aluno assume o papel de um investigador real.­ Alunos ou pequenos grupos com interesse e vontade de desenvolvê­las em níveis avançados


Tipo IV ­ nível profissional especializado (fazer mais) Surgem do amadurecimento das pesquisas ou produtos desenvolvidos nas atividades do tipo III.


­ São socializados na comunidade. Freitas e Perez (2012)


É papel do professor instrumentalizar o aluno com AH/SD para o seu crescimento, ou seja,
ensiná­-lo a aprender, a se desenvolver.(ANTIPOFF; CAMPOS, 2010).



19. Atendimento educacional especializado e Deficiência Intelectual

A professora apresenta a questão do atendimento educacional especializado para os deficientes intelectuais abordando técnicas e processos de formação dos professores para garantir um espaço de aprendizagem de qualidade.
Profª Drª. Anna Augusta Sampaio de Oliveira




Conceito de deficiência intelectual (American Association Intellectual and Developmental Disabilities ­ sistema 2002)

Deficiência caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, como expresso nas habilidades práticas, sociais e conceituais,originando­se antes dos dezoito anos de idade. (Luckasson e cols.,2002).

Características da deficiência intelectual:

  • ­ Déficit intelectual, chega a limitar algumas funções do dia-a-­dia;
  • Limitação nas condutas adaptativas;
  • Período do desenvolvimento

Sempre uma ação complexa. Ação combinada de quatro grupos de fatores etiológicos:
  • Biomédicos, síndromes, patologias, etc;
  • Sociais;
  • Educacionais;
  • Comportamentais.


A deficiência é a expressão de limitações no funcionamento individual dentro de um contexto social;

Não é fixada nem dicotomizada. Ela é fluida, contínua e mutável.

Podemos afirmar que a aplicação criteriosa de apoio pode melhorar a capacidade funional dos indivíduos com deficiência intelectual.

Conceito de Apoio

Recursos e estratégias que visam a promover o desenvolvimento, a educação, os interesses e o bem­estar de uma pessoa e que melhoram o seu funcionamento individual.

AEE um suporte Apoio de aprendizagem desenvolvimento - Cabe ao professor especializado buscar formas de apoiar, sustentar e implementar alternativas metodológicas, de estratégias ou de recursos para oferecer ao estudante e ao professor da classe comum as condições básicas para o acesso ao currículo e ao conhecimento.

Recursos utilizados para os alunos aprenderem melhor:
  • ­ Prancha de comunicação;
  • ­ Mesa alfabeto;
  • ­ Sala de atendimento educacional voltada para o deficiente intelectual;
  • ­ Biblioteca interativa.


­O professor do AEE deve considerar, também:

A organização do espaço físico, o tipo de atividade proposta, atividades que permitam o aluno se expressar, estratégias da aprendizagem cooperativa e como proceder em relação aos agrupamentos dos alunos.

Mori (2008) nos chama a atenção para alguns elementos que devem ser considerados na organização do trabalho docente.
  • Os conteúdos;
  • A metodologia;
  • A dinâmica do trabalho.
  • Promoção dos conceitos científicos ou conceituais


Professor do atendimento Educacional Especializado:

  1. Gestão dos processos de aprendizagem;
  2. Avaliação, ajudar o corpo docente a propor tipos de avaliações;
  3. Acompanhamento e orientar os professores;
  4. Orientação ao professor da classe comum.
O atendimento Educacional especializado para o estudante com deficiência intelectual:
  1. Aprendizagem de conceitos;
  2. Organização de pensamento;
  3. Autonomia intelectual.
Gestão dos processos de aprendizagem:
  1. Organização de situações de aprendizagem - Potencializar o desenvolvimento e aprendizagem, eliminando as barreiras que dificultam sua aprendizagem, através do uso de recursos e produção de materiais;
  2. Interlocução com o professor comum - Obtenção de informações sobre a frequência, permanência e participação do aluno na sala de aula;
Avaliação dos Processos de Aprendizagem:
  • Estudo de caso: Avaliação de três ambientes principais do aluno:

  1. Sala de recursos multifuncional;
  2. Sala de aula;
  3. Família.
Ciclo da avaliação: Avaliar - planejar - ensinar - aprender. É um ciclo constante.

A avaliação: O seu sentido está em propiciar ao professor conhecer o desempenho do estudante para tomar decisões sobre o planejamento de ensino.


Mas, qual a diferença entre a ação avaliativa em classe comum e a ação em sala de recursos.


Professor da classe comum: a avaliação pedagógica tem como foco a aprendizagem curricular.

Professor especializado: Avaliar as necessidades educacionais para oferecer suporte pedagógico que possibilite ao aluno acessar o currículo do ano escolar que estiver matriculado.

Grande foco é o desenvolvimento das funções psicológicas superiores que referem-se as áreas de percepção, atenção, memória, linguagem, raciocínio, ato voluntário e,portanto, relacionam-­se com o desenvolvimento do pensamento e da intelectualidade.

As possibilidades dos adolescentes ...

Análise de notícias...

­ Questão de sexualidade....

Os procedimentos pedagógicos se caracterizam como a força motriz do desenvolvimento,por meio de ações planejadas e intencionais, iluminadas por uma visão coletiva da aprendizagem.




20. Atendimento educacional especializado em Transtorno Global do Desenvolvimento


A professora apresenta e discute o debate acerca do histórico do transtorno global do desenvolvimento, os termos mais utilizados atualmente, os modelos educacionais mais adequados para estes alunos e como trabalhar com eles tanto na sala de aula comum quanto no atendimento educacional especializado.
Profª Drª. Vera Lúcia Capellini





Perspectiva histórica da conceituação dos Transtornos Globais do Desenvolvimento:

  • Leo Kanner – 1943 ­ medico que contextualizou o Autismo Infantil.
  • Dra. Lorna Wing – 1979 ­ Tríade diagnóstica: Comunicação, Interação social e Jogo simbólico
  • H. Asperger – 1944 (Síndrome de Asperger)


Atualmente os termos mais utilizados são:

  • ­Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD)
  • ­Transtorno do Espectro do Autismo (TEA)

O diagnóstico é clínico;

Não há uma etiologia única definida;

De acordo com Stump (2013) existe uma herança genética, bem como fatores ambientes que propiciam o aparecimento do quadro.

CID­10 ­ DSM­V

O autismo é uma desordem severa do desenvolvimento (isso é visível pelo comportamento) neurobiológico, caracterizado pela presença de alterações no comportamento social, dificuldades na comunicação e no repertório de atividades, além de interesses restritos. O diagnóstico do autismo e seus critérios diagnósticos para as desordens geralmente classificadas no espectro autístico, incluindo os Transtornos Globais do Desenvolvimento,não mudaram muito nos últimos anos dentro das estruturas propostas pelo DSM IV e CID­10 (GILLBERG, 1990; VOLKMAR et al., 2004).

De acordo com o DSM­5, o transtorno do espectro autista (TEA), é subdividido em três níveis:
  • Leve;
  • Moderado;
  • Grave..


O conceito de Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) nos evoca diversas características que interferem e, por vezes, definem o jeito peculiar de o indivíduo estar no mundo e se relacionar com ele.

Características mais comuns:
  • Isolar-­se das pessoas.
  • Não manter contato visual.
  • Agir como se fosse surda.
  • Birras.
  • Não aceitar mudança de rotina.
  • Hiperatividade física.
  • Calma excessiva.
  • Apego e manuseio não apropriado de objetos.
  • Movimento circulares no corpo.
  • Sensibilidade a barulhos.
  • Esteriotipias.
  • Ecolalias.

Modelos educacionais

  • ­ Teacch: É uma abordagem comportamental com apoio na psicolinguística que tem como objetivo facilitar a aprendizagem da pessoa com autismo a partir do arranjo ambiental, ensino estruturado e comunicação alternativa.É um método americano específico para as desordens comportamentais advindas do autismo, sendo que sua aplicação provoca inúmeros benefícios nas áreas de linguagem, comportamento, comunicação e habilidades escolares.(Fonseca ,2001)
  • ­ Pecs: O sistema de comunicação por troca de figuras não requer um material complexo e pode ser utilizado de maneira individualizada em uma variedade de lugares, incluindo a casa, a escola e a comunidade de maneira geral. Foi desenvolvido pro Delaware Autistic Program após inúmeras dificuldades encontradas no treino de comunicação com crianças e jovens com autismo.


  • ­ ABA: A Análise Aplicada do Comportamento ­ ABA (AppliedBehavior Analysis) é uma abordagem de trabalho com autistas que visa diminuir os comportamentos inapropriados e repetitivos através do ensinamento de reforço de diversas habilidades. Concentra-­se em observar, medir e avaliar as ações do indivíduo assumindo que o comportamento é controlado pela mudança do ambiente.


Conhecendo as características é possível incluir o aluno com TGD

Considerando as especificidades do público alvo da Educação Especial, a LDB foi alterada em 2013,adequando a redação e incluindo os alunos com TGD. A seguinte redação do Capítulo V passou a vigorar com a seguinte redação:

Entende-­se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino,para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (BRASIL, 2013).

RESOLUÇÃO CNE/CEB N°04/2010

Classe Comum do ensino Regular

  • Estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação;


Atendimento Educacional Especializado (AEE)

  • Complementar ou suplementar à escolarização, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de AEE da rede pública ou de instituições comunitárias,confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos. (BRASIL, 2009)


O Atendimento Pedagógico Especializado (APE), de acordo com a Resolução no61/2014 será disponibilizado aos alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), matriculados em classe comum, sob a forma de:

  • ­ Sala de Recursos;
  • ­ Itinerância;
  • ­ Classe Regida por Professor Especializado (CRPE) fase transitória, oferecido no contexto da educação inclusiva, a alunos até a idade de 17 anos;
  • ­ Escolas Credenciadas e Conveniadas, de acordo com a legislação específica


Sugestões para a prática em sala de aula

  • ­ Muitos alunos com autismo são pensadores visuais, não pensam através da linguagem;
  • ­ Geralmente, substantivos são as palavras mais fáceis de aprender, pois em sua mente ele pode relacionar a palavra a uma figura;
  • ­ Para ensinar substantivos a pessoa precisa escutar você falar a palavra, ver a figura e a palavra escrita simultaneamente;
  • ­ O mesmo deve acontecer quando for ensinar um verbo: segure um cartão que diz “pular” e você fala “pular” enquanto executa o ato de pular.
  • ­ Pessoas não­ verbais terão mais facilidade em associar palavras às figuras se visualizarem a palavra escrita e a figura em um cartão. Alguns não entendem desenhos e, por isto, é recomendável trabalhar-­se primeiramente com objetos reais e fotos.
  • ­ Evitar instruções verbais longas. Pessoas com autismo tem problemas de lembrar sequências
  • ­ Utilizar as fixações como ponto de partida para o aprendizado.
  • ­ A generalização de conceitos é algo em geral díficil para o autista por isso é interessante a visualização de diferentes formas de um determinado assunto. ( por exemplo: conceito de cor vermelha – maça vermelha, carro vermelho, blusa vermelha, etc.)
É essencial:
  1. Avaliação do desempenho acadêmico e social;
  2. Identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas.
  3. Em ambos ambientes ­ Estabelecer rotinas
  4. Elaborar Plano de AEE e PEI



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