domingo, 14 de junho de 2015

Inglês II B _ 7ª Semana

Inglês II B - 7ª Semana

Pesquisando na prática

Nesta videoaula, os alunos irão fazer uma busca em fontes diversas para coletar dados sobre um tema ou problema, a fim de produzir um abstract descritivo que acompanha um projeto de pesquisa.



Atividade de portfólio



A partir das vídeoaulas da semana e da leitura do material base, destaque os pontos que foram mais significativos para você.

Destaco a busca em fontes diversas para coletar dados sobre um tema ou problema para a produção de um abstract descritivo que acompanha um projeto de pesquisa.
Fazer pesquisa no google academic em inglês, pesquisas científicas, base de dados com artigos de pesquisas acadêmicas através do abstract.
  • Pesquisando a temática:
  • Registrando informações encontrada, temas que ajudem definir uma pesquisa.
  • Definindo o problema: criando o problema de pesquisa.
  • Refinar a busca no google acadêmico: coletando informações.
  • Compreender o abstract, baseado no título, palavras conhecidas ou palavras cognatas em inglês.
  • Registrando informações:
  • título/autor;
  • objetivo o problema mencionado;
  • argumentos: informações sobre o assunto;
  • possível solução.
São ferramentas para a produção do resumo - abstract

sábado, 13 de junho de 2015

Sociologia da Educação -7ª Semana

Sociologia da Educação -7ª Semana




Dimensões da educação em direitos humanos

A aula discute a amplitude da Educação em Direitos Humanos que envolve conhecimentos, valores e práticas sociais.
Profª. Drª. Ana Maria Klein


https://www.youtube.com/watch?v=1In6CnXHsr4


Dimensões da educação em direitos humanos


Entrevista com Francisco Cordão, do Conselho Nacional de Educação, de 13 de junho de 2012.

Educação em diretos humanos que foi lançada uma comissão para discutir sobre as diretrizes dos direitos humanos, onde é obrigatório que tenha na grade o estudo dos direitos humanos desde a pré escola até o nível superior.

Nossa lei máxima, a constituição, garante com absoluta prioridade ao ensino dos direitos humanos, que é o direito a vida, adequada, respeito, combatendo qualquer forma de descriminação.

As instituições de ensino devem elaborar um tipo de educação continuada para a propagação dos direitos humanos, criando abordagens, deve se cuidar dos direitos humanos, todos que trabalham na instituição deve conhecer e propagar os direitos humanos.


Declaração dos Direitos Humanos


Artigo Primeiro
Quando os seres humanos nascem, são livres e iguais, e assim devem ser tratados.

Artigo 2
  • Todo mundo tem direito a possuir ou desfrutar o que aqui se proclama;
  • Mesmo que não falem a mesma língua,
  • Mesmo que não tenham a mesma cor de pele,
  • Mesmo que não pensem com nós,
  • Mesmo que não tenham a mesma religião ou as mesmas idéias,
  • Mesmo que sejam mais ricos ou mais pobres,
  • Mesmo que não sejam do mesmo país.


Artigo 3
Cada um tem o direito de viver livre e em segurança.

Artigo 4
Ninguém tem o direito de tomar outro ser humano como escravo.

Artigo 5
Ninguém será torturado ou maltratado com crueldade.

Artigo 6
Cada um tem direito, desde seu nascimento, a ter um nome, uma nacionalidade e a ser alojado.

Artigo 7
A lei é a mesma para todo mundo, deve ser aplicada da mesma maneira para todos, sem distinção.

Artigo 8
Toda pessoa deve ser protegida pela lei e pela justiça de seu país.

Artigo 9
Não se tem o direito de colocar uma pessoa na prisão ou mandá-la para fora de seu país injustamente e sem razão.

Artigo 10
Se alguém tem que ser julgado, deverá ser julgado em público. Os juízes não podem deixar-se influenciar por ninguém.

Artigo 11
Se alguém é acusado, sempre tem o direito de se defender. Não se pode dizer que alguém é culpado, antes que isso seja provado. Não se tem direito a condená-lo ou apená-lo por algo que não tenha feito.

Artigo 12
Não existe direito a entrar na casa de alguém se este não estiver de acordo. Também não se poderá ler suas cartas, espioná-lo ou falar mal dele.

Artigo 13
Cada pessoa tem direito a circular livremente em seu país. Tem direito a sair para outro país e a voltar quando quiser.

Artigo 14
Qualquer um que seja perseguido em seu país e não possa nele viver livre e feliz, tem direito a ser acolhido e protegido em outro.

Artigo 15
Cada um tem direito a pertencer a um país e não pode ser impedido de mudá-lo se assim o desejar.

Artigo 16
Desde o momento em que tenha a idade para ter filhos, cada um tem direito a casar-se e a formar uma família. Para isso, nem a cor da pele, nem a nacionalidade tem importância. O homem e a mulher tem os mesmos direitos, estejam casados ou separados. Não se pode forçar ninguém a casar-se. Tudo deve ser feito de maneira que cada família viva normalmente.

Artigo 17
Cada um tem direito a possuir coisas e ninguém tem o direito de tirá-las.

Artigo 18
Cada um tem o direito de escolher livremente uma religião ou de mudá-la, de praticá-la e divulgá-la como desejar, sozinho ou com outras pessoas. Também tem direito a não ter religião alguma.

Artigo 19
Cada um tem direito a pensar o que quiser, a dizê-lo e escrevê-lo, e ninguém poderá impedi-lo. Cada um deve poder intercambiar, por todos os meios, idéias e notícias com pessoas de outros países.

Artigo 20
Todo mundo tem direito a organizar reuniões e participar de reuniões se desejarem. A ninguém se pode obrigar a participar de um grupo.

Artigo 21
Cada um tem direito de participar ativamente na direção dos assuntos públicos de seu país:
  • Elegendo as pessoas políticas que tenham suas mesmas idéias;
  • Votando livremente para indicar sua escolha;
  • Cada um deve ter oportunidade de participar do governo. Ninguém pode ser afastado de um
  • Trabalho a serviço do Estado por causa de suas idéias ou pela cor de sua pele.


Artigo 22
Toda pessoa tem o direito de ser protegida pela sociedade em todos os seus direitos (econômicos, sociais, culturais).

Artigo 23
Cada um tem direito ao trabalho e a escolher livremente sua profissão; a receber o salário que lhe permita viver, a ele e sua família. Se um homem e uma mulher fazem o mesmo trabalho, devem receber salário igual. Todas as pessoas que trabalham têm direito a agrupar-se para explicar e reclamar pelo que não anda bem em seu trabalho e obter aquilo que necessitem.

Artigo 24
A duração da jornada de trabalho não deve ser muito longa porque cada um tem direito a descansar e deve poder tirar férias anuais, que serão pagas.

Artigo 25
Toda pessoa tem direito a possuir, para ela e para sua família, o que seja necessário:
  • Para não ficar doente e para se curar se estiver doente;
  • Para não ter fome;
  • Para não ter frio;
  • Para ter alojamento digno.

Toda pessoa tem direito a ser ajudada se não pode trabalhar;
  • Porque está desempregada;
  • Porque está doente;
  • Porque está muito velha;
  • Porque sua mulher ou seu marido morreram;

Porque sofre graves inconvenientes não desejados ou procurados.
A mãe que vai ter um bebê, e seu filho, quando nascer, deverão ser ajudados. Todas as crianças tem os mesmos direitos, mesmo que a mãe não esteja casada.

Artigo 26
Todas as crianças do mundo devem poder ir gratuitamente à escola; continuar seus estudos enquanto o desejem e aprender um ofício. Na escola, deverão aprender o que as fará pessoas felizes. A escola também deve ajudar cada um entender-se com seus semelhantes, a conhecer a respeitar sua maneira de viver, sua religião ou o país do qual procedem. Os pais têm direito a escolher o tipo de educação que querem dar a seus filhos.

Artigo 27
A arte, a ciência, a cultura, não são reservados a uns poucos. Todo mundo deve poder desfrutar delas. As descobertas científicas devem servir a todos. Um sábio, um artista, um escritor deverão ser felicitados e pagos por sua contribuição e ninguém tem direito a tomar para si a invenção do outro.

Artigo 28
Toda pessoa tem o direito de exigir que a organização de cada país e do mundo permita o respeito destes direitos e destas liberdades.

Artigo 29
É por isto também que cada pessoa tem deveres para com os demais, entre os quais vive, e que lhe permitem, também, uma convivência em paz.

Artigo 30
Nenhum país, nenhuma sociedade, nenhum ser humano em todo mundo pode permitir-se destruir os direitos e as liberdades que aqui se declaram.




Educação em direitos humanos e ambiente escolar

A aula discute a implementação da Educação em Direitos Humanos nos ambientes escolares considerando-se diferentes dimensões.
Profª. Drª. Ana Maria Klein




Ética, valores e cidadania, estes são os assuntos que devemos abordar nas aulas e assim sensibilizar os alunos, montar muitos projetos, os projetos político-pedagógicos das escolas na atualidade entendem que ela teria uma função social importante: construir um projeto de sociedade que possibilite a participação dos indivíduos na produção da sua existência, como sujeitos de direitos, ativos na realidade que se constrói historicamente. Assim, além da preparação para a cidadania e para o trabalho, a função social da escola de hoje consistiria na formação de seus alunos para a convivência numa cultura de diversidade e de direitos. Saber conviver com a diversidade não é uma tarefa fácil, porque nos desafia a questionar constantemente nossos valores, a rever posicionamentos e a incorporar novas crenças àquelas já existentes e muitas vezes cristalizadas dentro de nós. Nesse novo modelo de sociedade, que busca uma cidadania cada vez mais ampliada, temos que ser capazes de ser reflexivos.






Políticas Públicas para a Educação - 7ª Semana

Políticas Públicas para a Educação - 7ª Semana


Terceiro Setor e Educação (parte I)

Conceito do terceiro setor, papel das organizações da sociedade civil e suas interfaces na execução das políticas públicas.
Profª. Drª. Maria Amelia Jundurian Corá



https://www.youtube.com/watch?v=jcyLJbhMw7o



Conceito do terceiro setor, papel das organizações da sociedade civil e suas interfaces na execução das políticas públicas.

Terceiro setor: congrega iniciativas de natureza privada que, independente de qualquer
colaboração do Estado agem com vistas à realização de interesses coletivos ou do interesse Público, funcionando ainda como instância de pressão pública e de controle social sobre as atividades governamentais. É integrado pelas chamadas organizações da sociedade civil.

Terceiro setor no Brasil:
  1.  fase: época do Brasil colônia, forte relação com a Igreja, com a instalação de Santas Casas de Misericórdias, na área da saúde, e dos orfanatos e colégios confessionais, na educação, com auxílio financeiro do Estado para o custeio de tais atividades.
  2.  fase: período do governo Vargas até a década de 60, com forte intervenção do Estado,nesta fase é criado o Certificado de Utilidade Pública Federal, Lei nª 91/35.
  3.  fase: meados da década de 1960 até meados da década de 1980, surgimento de novos atores sociais, colaboração nas iniciativas do processo de redemocratização. Destacam-se os sindicatos, organizações estudantis, OAB, Sociedade brasileira para o progresso da ciência (SBPC) e associação brasileira de imprensa (ABI).
  4.  fase: final da década de 1980 e atualmente, em desenvolvimento.

  • Constituição cidadã-1988, artigo 6º - são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
  • Maior participação e controle social – ampliação das manifestações da sociedade civil organizada em áreas antes pouco trabalhadas: meio ambiente, questões de gênero e raça, direitos humanos, direitos do consumidor etc. Estreitamento dos laços de conexão com o Estado.


Renegociação do pacto social:

  1. Descentralização das políticas públicas
  2. Responsabilização da sociedade civil na tomada de decisões.
  3. Substituição da gestão tecno-burocrática pelo gerenciamento participativo.
  4. Foco na busca pela cidadania.
  5. Novas atribuições e responsabilidades para os três setores (formação de parcerias)


Terceiro Setor e Educação (parte II)

Apresentação do perfil das organizações da sociedade civil que atuam com educação e o exemplo de uma iniciativa do Observatório do Plano Nacional de Educação.
Profª. Drª. Maria Amelia Jundurian Corá


https://www.youtube.com/watch?v=pFWMn1CPyF4


Apresentação do perfil das organizações da sociedade civil que atuam com educação e o exemplo de uma iniciativa do Observatório do Plano Nacional de Educação.

Considerações do mapeamento das FASFIL, em 2010.

  •  2,1 milhões de assalariados;
  • A área de educação é a segunda que mais emprega, tendo 26% dos assalariados;
  • As mulheres representam 62,9% do total de assalariados das FASFIL;
  • Cerca de 1/3 dos assalariados das FASFIL possui nível superior;
  • Entre 2006 e 2010 houve um crescimento de 9% de entidades;
  • O crescimento mais acentuado nos últimos anos foi o das entidades de educação e pesquisa,
Mais especificamente de educação infantil e educação profissional, que apresentaram crescimento de 43,4% e 17,7%.

  • Entre 2006 e 2010 a média de pessoas assalariadas por organização nas FASFIL passou de 6,9 para 7,3;
  • Em 2010, os trabalhadores das FASFIL ganhavam, em média, 3,3 salários mínimos por mês;
  • Os maiores salários são os da área de educação superior (5,3 salários mínimos/mês) e de cultura e arte (4,6);
  • Os rendimento médio dos trabalhadores no nordeste é de 2,6 salários mínimos por mês.
Enquanto no Sudeste é de 3,5 salários.

  • A remuneração média das mulheres é de 2,9 salários mínimos mês e a dos homens são de 3,9 salários.
Plano Nacional da Educação (PNE)

É uma lei ordinária que terá vigência de dez anos a partir de 26/06/2014, data em que foi sancionado pela presidência da república. A existência do PNE é determinada pelo artigo 214 da constituição federal. Definidas vinte metas nacionais. Elaboração de planos estaduais e municipais.
Acompanhamento das metas do PNE:

  • Educação infantil: universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência deste PNE.
Informações complementares:

  • Programas de governo: Brasil carinhoso, PRADIME, Pro infantil, Pro infância;
  • Estudos nacionais e internacionais;
  • Organização de referências: Avante (educação e mobilização social), Centro Educacional Infantil Luz e Lápis, Comunidade educativa CEDAC (entre outras).
Acompanhamento das metas:

  • Escolaridade média: elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcanças no mínimo 12 anos de estudo no último ano, par as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à fundação instituto brasileiro de geografia e estatística (IBGE);
  • Gestão democrática: assegurar condições, no prazo de 2 anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. (não há um indicador direto que permita acompanhar o cumprimento desta meta).
Desafios do terceiro setor:

  • Identidade;
  • Legitimidade;
  • Colaboração;
  • Sustentabilidade



Fechamento

Resgate das discussões provocadas durante a disciplina e levantamento de pontos de reflexão sobre políticas públicas para a educação.
Profº. Drº. Geraldo di Giovanni


https://www.youtube.com/watch?v=YvHgEAqXt1E




Resgate das discussões provocadas durante a disciplina e levantamento de pontos de reflexão sobre políticas públicas para a educação.

Duas dinâmicas de mobilização:

  1. Sócio-política: atores da sociedade civil, organização, manifestação espontânea, expectativas difusas. Ex: sindicatos, movimentos sociais, organizações da sociedade civil;
  2. Institucional: atores do ambiente institucional: tecno-burocratas especializadas, universidades, expertises.

Lógicas diferenciais:

1. Sócio-econômica

  • Campo onde se dá a formação da agenda pública e os processos de seleção das questões que serão objeto das políticas;
  • Processos de conflitos, institucionalizados ou não.
  • Lógica da redistribuição de recursos sociais para atendimento das demandas;
  • Competição entre campos distintos de políticas ou setores internos a um campo específico.

2. Ambiente institucional

  • Campo onde se dá a formação das agendas governamentais;
  • Processos de conflitos e competição inter burocrática e de saberes;
  • Lógica institucional no padrão da cultura institucional, saberes e linguagens.
  • Capacidade de antecipação em relação às demandas sociais.

Coalizões e competição:

  • Consenso;
  • Competição política;
  • Alinhamento político versus imobilismo;
  • Solução


Encerramento

Continuação do resgate das discussões provocadas durante a disciplina e levantamento de pontos de reflexão sobre políticas públicas para a educação.
Profº. Drº. Geraldo di Giovanni


https://www.youtube.com/watch?v=NG-rOCPsWrk






Continuação do resgate das discussões provocadas durante a disciplina e levantamento de pontos de reflexão sobre políticas públicas para a educação.

O sistema Educacional Brasileiro

Magnitude: a grandeza dos números, a extensão territorial, níveis e tipos de ensino, a economia da educação.

Complexidade:

  1. Gestão de um sistema federativo;
  2. Centralização/descentralização;
  3. Público/privado;
  4. Problema de regulação: normas pedagógicas e modelos educacionais, regulação econômica (propriedade, sociedade econômica, consumidor etc.);
  5. Políticas de suporte;
  6. Path dependence

Qualidade: sistemas de aferição da qualidade, bateria de exames, qualidade como problema educacional, qualidade como problema educacional e cultural, qualidade como problema do desenvolvimento nacional, formação de professores.

Questões cruciais:- o papel dos atores

  • A dignidade do professor;
  • A idoneidade do professor (sentido técnico e ético);
  • O professor e a construção da cidadania.

Psicologia do desenvolvimento - 7ª Semana

Psicologia do desenvolvimento - 7ª Semana


Projetos de vida e moralidade

Nesta aula, discutimos as intrínsecas relações entre projetos de vida e moralidade humana. Partindo da antropologia e da filosofia, nossa referência é o trabalho de Damon (2009), da Stanford University, no campo da psicologia, para quem projeto de vida (purpose) é uma intenção estável e generalizada de alcançar algo que é ao mesmo tempo significativo para o self e que gera consequências para o mundo além do self. Com o intuito de sinalizar possíveis caminhos para a intervenção educativa, apresentamos as principais características de um projeto de vida.
Profª. Drª. Valéria Arantes


https://www.youtube.com/watch?v=Vhng7RDsrUo




Projetos de vida: (Antropologia/filosofia)

Modo privilegiado de conduta antecipatória usada para gerir a incerteza. Comporta as dimensões: abertura para o novo, busca de sentido, pessoalidade, valores, criação, planejamento, campo de possibilidades, realização e transformação no real. (Machado,2002, 2006; Boutinet, 2002; Velho, 2003; Marina 2000).

“A ideia de projeto a gente tem que assumir que é. Não pelo que é possível de imaginar e não apenas pelo que é possível de imaginar como possível.” (Nílson Machado)

Projeto de vida (purpose) /projeto vital (Psicologia Moral)


Projetos de vida envolvem a mobilização de valores e sentimentos, que podem ser vislumbrados na relação entre eventos passados, ações presentes e projeções futuras, em um constructo que integra a constituição identitária e as possibilidades de interação como meio. (Damom, 2009; Damon, Menon e Bronk, 2003; Bundick, 2009).

Projeto Vital (purpose)

  • Projeto de vida é uma intenção estável e generalizada de alcançar algo que é ao mesmo tempo significativo para o self e que gera conseqüências para o mundo além self (Damon,2009).
  • Um objetivo estável e generalizado altamente centrado que organiza e motiva as ações, decisões e aspirações cotidianas. Pode ser de qualquer conteúdo, centrado no self ou ter objetivos que extrapolam o self (Bundick, 2009).

Principais características do projeto vital:


  • Estabilidade (não ser efêmero);
  • Objetivos de longo prazo;
  • Operar pela vida do sujeito;
  • Organizador e motivador da vida do sujeito;
  • Trata-se de uma preocupação central;
  • Podem ser complexos e ambiciosos ou modestos e familiares.

Moralidade:

  • A decisão de como queremos viver no mundo com os outros é a origem da forma moral;
  • Compreensão da moralidade de modo integrado ao self, nos filiando a teorias que contemplam tanto aspectos cognitivos quanto afetivos, morais quanto não morais, compreendendo a moral não apenas referenciada no outro (other-regarding), mas também em si mesmo (self-regarding);
  • Compreensão do sujeito real, com seus sentimentos, pensamentos, desejos e valores. (Biasi, 1992; Colby e Damon, 1992; Damon, 1995; Puig, 1998).

Elementos que configuram a elaboração de um projeto de vida:

  • Momentos de inspiração;
  • Pessoas de referência;
  • Esforços e comprometimento(Quem só vislumbra é sonhador);
  • Desenvolvimento de habilidades e força de caráter;

Projeto Vital Nobre X Projeto Vida Antissocial

  • Projetos vitais positivos fornecem inspiração, motivação e resiliência duradoras;
  • Projeto de vida destrutiva ou antissociais podem ter efeitos motivadores por certo tempo, mas no final se extinguem;
  • Projetos vitais nobres promovem o bem -estar aos outros, são perseguidos por meio que obedecem a padrões morais e são alcançados num espírito de razoável humildade;
  • projetos de vida antissociais prejudicam os outros, são perseguidos com trapaça, desrespeito e refletem motivos egomaníacos e magalomaníacos.

Finalizando

Possíveis indicações de  caminhos para a busca de intervenções que podem levar os jovens a construírem valores morais que almejem a realização de projetos de vida significativos para o self e para o mundo além self.


Projetos de vida da juventude brasileira

Nesta aula, apresentamos um trabalho de pesquisa cujo principal objetivo foi identificar e analisar os projetos de vida de 200 jovens brasileiros, estudantes de Ensino Médio, entre 15 e 19 anos, advindos de escolas públicas das cinco regiões geopolíticas brasileiras. Com isso, pretende-se dar visibilidade à complexidade dos referidos projetos, com suas dimensões afetivas, cognitivas, sociais e culturais.
Profª. Drª. Valéria Arantes

https://www.youtube.com/watch?v=NqgaSJYpHVM


Tese de Doutorado


Pinheiro, V.P. Integração e regulação de valores e sentimentos nos projetos de vida dos jovens: Um estudo na perspectiva dos Modelos Organizadores do Pensamento. São Paulo. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2013.
Orientação: Professora Valéria Arantes


Objetivo geral da pesquisa:


  • identificar e analisar os modelos organizadores do pensamento - com suas dimensões afetivas e cognitivas - subjacentes aos projetos de vida (purposes) dos jovens brasileiros;
  • Identificar possíveis relações entre valores e projetos (purposes) dos jovens e seus sentimentos e emoções.

Participantes:

  • Participaram deste estudo 200 estudantes de Ensino Médio, entre 15 e 19 anos, advindo de escolas públicas das cinco regiões geopolíticas brasileiras;
  • Para cada região, coletemos dados em uma metrópole (mais de 100 mil habitantes) e uma capital regional C (até 250 mil habitantes).

Procedimentos:

  • Questionário virtual (www.surveymonkey.com) com 13 questões referentes a rotina dos jovens,o que considerava importante, quais suas  dificuldades e o que projetavam para o futuro próximo (5 anos) e distante (quando estivessem com 40 anos).
  • Questões abertas, comportando pensamentos e sentimentos dos jovens.
  • Os jovens responderam individualmente, por escrito, acessando o site;
  • Para a aplicação, a pesquisadora e colaboradores estiveram presentes para minimizar eventuais dúvidas dos participantes;

Teoria dos Modelos Organizadores do Pensamento (Moreno, Sastre, Bovet, Leal, 1998)

  • "O conjunto de representações que um sujeito realiza a partir de uma determinada situação, constituído pelos elementos da mesma que abstrai como significativos entre todos os possíveis, aqueles que imagina ou infere como necessários, os significados e as implicações que lhes atribuiu, e as relações que estabelecem entre eles".
  • "Os modelos organizadores constituem aquilo que é dito por cada sujeito como a "realidade", a partir da qual elabora pautas de conduta, explicações ou teorias."

Modelo 1 - Projeções frágeis

  • Mobilização dos elementos centrais trabalho e família, de forma frágil e carente de significados;
  • O futuro é projetado como "normal";
  • Sentimentos: bem-estar ou "normal".

Modelo 2 - consumo e estabilidade financeira

  • Mobilização do elemento central trabalho,significado como possibilidade de consumo e estabilidade financeira.
  • Os elementos família e estudo comparecem fragilmente: a família significada como meio para a conquista deste trabalho; o estudo como forma de se atingir o mercado de trabalho;
  • Sentimentos: ora de bem-estar, realização e felicidade, ora de cansaço.

Modelo 3 - relações interpessoais/vínculos

  • Mobilização dos elementos centrais trabalho e família, significados de forma idealizada;
  • Esse elementos são fortemente indicadas pelos sujeitos, mas não contam com suas ações e envolvimento, tampouco com uma projeção mais elaborada do futuro;
  • Sentimento: realização,bem-estar e felicidade.

Modelo 4 - Idealização do trabalho e da família

  • Mobilização dos elementos centrais trabalho e família, significados de forma idealizada;
  • Esse elementos são fortemente indicados pelos sujeitos, mas não contam com suas ações e envolvimento, tampouco com uma projeção mais elaborada do futuro;
  • Sentimento: realização,bem-estar e felicidade.

Modelo 5 - Trabalho e família

  • Mobilização dos elementos centrais trabalho e família, com carga maior de significados;
  • O trabalho é significado como meta real para os sujeitos com vista a sustentar a família (valor de responsabilidade);
  • Sentimentos: bem-estar, realização, satisfação,orgulho,gratidão e felicidade.

Modelo 6 - Trabalho

  • mobilização do elemento central trabalho, significado como algo que depende do esforço pessoal dos jovens e que lhes traz realização pessoal;
  • A família e o estudo são elementos indicados como meios para se atingir tal projeto de vida.
  • Sentimentos; realização, bem-estar, felicidade e cansaço.

Modelo 7 - Intenção de atingir o outro 

  • Mobilização central vontade de atingir o outro, integrado com o elemento central trabalho, com casta gama de significados atribuídos;
  • Outros significados atribuídos ao trabalho são a realização pessoal e o reconhecimento social; 
  • A família é outro elemento que comparece significada por meio da gratidão pela educação recebida e pela vontade de constituir família e se ter responsabilidade sobre ela;
  • Sentimentos: realização e felicidade.

Considerações finais:

  • Regularidade/singularidade nos projetos de vida;
  • Valores socialmente construídos (trabalho, estudo, família, Deus, religião, etc) Mostram-se integrados (complexos de valores e complexos de sentimentos);
  • A educação parece-nos uma via importante para a reflexão e a construção de significados sobre si mesmo e sobre o futuro.





Projetos de vida, resolução de conflitos e juventude

Nesta aula, apresentamos um trabalho de pesquisa cujo principal objetivo foi identificar e analisar os valores e sentimentos subjacentes à resolução de um conflito moral envolvendo a temática dos projetos de vida. Participaram deste estudo 200 jovens brasileiros, estudantes de Ensino Médio, entre 15 e 19 anos, advindos de escolas públicas das cinco regiões geopolíticas brasileiras. Com isso, pretende-se dar visibilidade aos "complexos de valores" e "complexos de sentimentos" presentes nas diferentes formas propostas para resolver o conflito analisado. A partir disso, apostamos na resolução de conflitos como um meio eficaz para ampliar o espectro dos jovens a respeito de seus projetos de vida, sonhos e busca da própria felicidade.
Profª. Drª. Valéria Arantes




Tese de Doutorado


Pinheiro, V.P. Integração e regulação de valores e sentimentos nos projetos de vida dos jovens: Um estudo na perspectiva dos Modelos Organizadores do Pensamento. São Paulo. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2013.
Orientação: Professora Valéria Arantes

Objetivo geral da pesquisa:


  • identificar e analisar os modelos organizadores do pensamento - com suas dimensões afetivas e cognitivas - subjacentes a resolução de um conflido moral envolvendo projeto de vida

Participantes:

  • Participaram deste estudo 200 estudantes de Ensino Médio, entre 15 e 19 anos, advindo de escolas públicas das cinco regiões geopolíticas brasileiras;
  • Para cada região, coletemos dados em uma metrópole (mais de 100 mil habitantes) e uma capital regional C (até 250 mil habitantes).

Procedimento:


  • Um conflito moral em que os participantes tinham que responder 3 questões relacionadas aos pensamentos e sentimentos sobre um projeto de vida de um personagem. O personagem  tinha a chance de aceitar um estágio em  uma empresa na área que queria seguir, mas sua mãe solicitava que não o fizesse para tomar conta do dos irmãos;
  • Questões abertas,comportando pensamentos, sentimentos e ações dos jovens ;
  • Os jovens responderam individualmente e por escrito;
  • Para a aplicação, a pesquisadora e colaboradores estiveram presentes para minimizar eventuais dúvidas dos participantes;

Teoria dos Modelos Organizadores do Pensamento (Moreno, Sastre, Bovet, Leal, 1998)

  • "O conjunto de representações que um sujeito realiza a partir de uma determinada situação, constituído pelos elementos da mesma que abstrai como significativos entre todos os possíveis, aqueles que imagina ou infere como necessários, os significados e as implicações que lhes atribuiu, e as relações que estabelecem entre eles".
  • "Os modelos organizadores constituem aquilo que é dito por cada sujeito como a "realidade", a partir da qual elabora pautas de conduta, explicações ou teorias."
Modelo A - Opção pelo estágio
  • Nenhuma ou pouca preocupação com mãe/família;
  • Sentimentos:positivo por aceitar o estágio (felicidade/bem-estar) e negativos (mal-estar) por não aceitá-lo.
Modelo B - Opção pelo estágio e a culpa em contrariar a mãe
  • Preocupação pela mãe/família;
  • Sentimentos: leve bem-estar pela opção de estágio, culpa, tristeza e mal-estar por contrariar a mãe.
Modelo C - Opção pelo estágio para ajudar a família
  • Opção pelo estágio para a realização pessoal e para ajudar a família;
  • Sentimentos: bem-estar e felicidade com a escolha, culpa e infelicidade caso desistam dessa opção.
Modelo D - Opção pelo curso
  • Opção pelo curso e consequentemente ajuda a mãe (pelo tempo que terão para cuidar dos irmãos);
  • bem-estar e felicidade por optar pelo curso, male-estar por contrariar sua escolha.
Modelo E - dever de ajudar a mãe
  • Opção por ajudar a mãe, sentida como dever;
  • Sentimento:mal-estar e tristeza por não aceitar o estágio; bem estar por ajudar a mãe.
Modelo F - Ajudar a mãe e a família
  • Desejo de atender a mãe com o objetivo de ajudar a família pela qual se sente responsável;
  • Sentimentos:felicidade e realização por ajudar a mãe, mal-estar brando por não aceitar o estágio.
Modelo G - Conciliação de interesses
  • Busca de soluções para aceitar o estágio e ajudar a família, de forma a conciliar os interesses do sujeito e da mãe;
  • sentimentos: felicidade, bem-estar e tranquilidade por encontrarem uma solução;culpa e mal-estar ao se imaginar contrariando a resolução.


Considerações finais:

  • Grande parte dos modelos apresenta a perspectiva do self, de seus planos e sonhos, sem desconsiderar a perspectiva do outro;
  • Presença de sentimentos positivos e negativos, perfazendo complexos de sentimentos;
  • Apostamos na resolução de conflitos com um meio eficaz para ampliar o espectro dos jovens a respeito de seus projetos de vida, sonhos e buscas da própria felicidade.

Projetos de vida e educação moral

Nesta aula, apontamos novas perspectivas e possibilidades para uma educação que promova a ética e a cidadania, e que leve os jovens a construírem projetos de vida significativos para eles e para a sociedade na qual vivem. Para tanto, tratamos de temas como: autoconhecimento, autoestima, democracia, respeito mútuo, entre outros.
Profª. Drª. Valéria Arantes

https://www.youtube.com/watch?v=KIkAI4cmcms


Projetos de vida

"Um objetivo estável e generalizado altamente centralizado, que organiza e motiva as ações, decisões e aspirações cotidianas". (Bundick, 2009, tradução nossa).

Moralidade

A decisão de como queremos viver no mundo com os outros´é a origem da moral.
De que modo eu quero viver?

Educação Moral

Ajudar os alunos a dotar um modo de vida mais coerente como desejam para si e para os iguais (Puig e Martim, 2010)
Como?

Educação Moral e Projeto de Vida

  • A construção e um projeto vital exige que o sujeito conheça a si próprio e ao mundo que o cerca, para que saiba identificar as necessidades, os problemas e os conflitos presentes no meio, e ao mesmo tempo que analisa sua características e suas possibilidades realistas de ação para assim formular objetivos a longo prazo que possam, de alguma forma, fazer a diferença no mundo;
  • É necessário que o sujeito compreenda de que forma suas crenças, valores e aspirações pessoais podem servir de base para a realização de algo que contribua com a sociedade e com o mundo.

O autoconhecimento

  • Objetiva-se a construção de processos de auto-regulação que permitam ao sujeito dirigir a própria conduta, e a aquisição da sensibilidade necessária para perceber os próprios sentimentos e emoções morais para que possa usá-lo como componentes da consciência moral.

A autoestima

  • A autoestima refere-se a autoimagem que cada pessoa tem de si mesma. Dentre outros aspectos, esta autoimagem relaciona-se com o que cada um sente sobre si mesmo, elaborada a partir dos sentimentos que cada um projeta e atribui a si mesmo.

O tipo e as relações interpessoais

  • É preciso construir relações que se assentem sobre as bases da democracia e do respeito mútuo.

A dimensão afetiva

  • Trabalhar os sentimentos e emoções por meio da resolução de conflitos;
  • Tratar as emoções, os afetos e os sentimentos como objetos de conhecimento.

Etapas que configuram a elaboração de um projeto de vida:

  • Momentos de inspiração;
  • Pessoas de referência;
  • Esforços e comprometimento;
  • Desenvolvimento de habilidades e de força de caráter.

Finalizando:

Defendemos a necessidade de incorporarmos ao trabalho educativo e ao cotidiano escolar, conteúdos relacionados a vida pessoal e a dimensão afetiva, visando a construção de projetos de vida com uma estrutura que lhe garanta viabilidade e que se oriente por um sentimento moral.

domingo, 7 de junho de 2015

Inglês IIB - 6ª Semana

Inglês IIB - 6ª Semana



Produção Escrita: Elaborando um Abstract Descritivo

Nesta videoaula, os alunos irão reconhecer e analisar a estrutura do gênero abstract descritivo em língua inglesa para a produção e publicação de futuros abstracts de pesquisa acadêmica.
Profª. Drª. Maria Aparecida Caltabiano






Atividade 1


Complete a tabela abaixo, conforme as informações dadas pela Profª. Drª. Maria Aparecida Caltabiano na videoaula 6 características tamanho função estrutura.


Características:  resumo usado em: relatórios, artigos, ensaios.

Tamanho: Geralmente curtos de 50 a 100 palavras.

Função: descrevem o projeto, ou trabalho, podendo conter ou não, julgamento ou avaliação.

Estrutura: Objetivo com foco no tema; argumentos com informações e ideias sobre o assunto; e possíveis soluções.

Atividade 2


Escolha a alternativa correta para cada trecho do abstract abaixo.

Poverty and environment: priorities for research and policy

T. Forsyth; M. Leach; I. Scoones

Fonte: http://agris.fao.org/agris-search/search.do?recordID=GB2013203519


Abstract:

Trecho 1


Objectives of this study are: (a) to provide an analytical overview of existing research and approaches adopted to address interlinkages between poverty and environment; (b) to identify gaps in understanding and potential conflicts between adopted approaches and priorities identified by research; and (c) to highlight policy and research priorities for future action by donors, development agencies, and policymakers in general.

Escolha a alternativa correta para o trecho 1:


a.  Arguments

b.  Possible solutions

c.  Objectives

d.  Contextualization


Trecho 2


The key argument of the report is to challenge the existing orthodox view that poverty and environmental degradation are inextricably linked, and are self enforcing. This orthodox view suggests that: a) poverty and environmental damage occur: in a ‘downward spiral’, in which it is assumed that the only way to avoid environmental degradation is to alleviate poverty; b) poor people are forced to degrade landscapes in response to population growth, economic
marginalization and existing environmental degradation; c) many poor people are able to adopt protective mechanisms through collective action which reduce the impacts of demographic, economic and environmental change; d) many current conceptions of environmental degradation are based on misinformed linkages of human activity on landscape change, andalso avoid many current pressing environmental problems which currently affect poor people.


Escolha a alternativa correta para o trecho 2:


a. Contextualization

b. Objectives

c. Possible solutions

d. Arguments